Uma vez que ontem faltou a música e as palavras ao Planeta Calafrio, pelo menos ficam aqui as imagens, vindas directamente de Beja via Polónia.
Wednesday, May 14, 2008
Uma vez que ontem faltou a música e as palavras ao Planeta Calafrio, pelo menos ficam aqui as imagens, vindas directamente de Beja via Polónia.
Tuesday, May 13, 2008
Monday, May 05, 2008
Festival Internacional de BD de Beja 2008

Este ano a contar com a presença de Dave McKean e Gippi! e muito mais

Este ano a contar com a presença de Dave McKean e Gippi! e muito mais
Friday, May 02, 2008
Pfff.....

(imagens da metamorfose de Eric Elmosnino… em Serge Gainsbourg)
"Le dessinateur de BD Joann Sfar devient réalisateur. Pour son premier film, il s’attaque à un héros de son enfance"

(imagens da metamorfose de Eric Elmosnino… em Serge Gainsbourg)
"Le dessinateur de BD Joann Sfar devient réalisateur. Pour son premier film, il s’attaque à un héros de son enfance"
le figaro
Não sei que diga...
hipótese A: Ganha-se um grande realizador e perde-se um grande autor de BD
hipótese B: Ganha-se um realizador médio e perde-se um grande autor de BD
hipótese C: Ganha-se um grande realizador e não se perde o grande autor de BD
hipótese D: Sfar cai em desgraça...
Perante a genial produtividade comprovada de Sfar aposto na C...
Tuesday, April 29, 2008
Thursday, April 17, 2008
BLACK DOSSIER
A extraordinária esquizofrenia criativa de Allan Moore e Kevin O'Neill


Um dos cavalheiros que surge nesta liga é nada mais nada menos que Orlando personagem da autoria de Virgina Woolf, em Orlando: A Biography; um jovem inglês que nasce na Inglaterra na Idade Moderna e numa viagem à India, simplesmente acorda mulher...se no livro de Virginia Woolf podemos acompanhar 350 anos de vida de Orlando, Alan Moore vai um pouco mais longe em termos temporais e geográficos proporcionado-nos uma perspectiva global, luxoriosamente ilustrada dos acontecimentos históricos e mitológicos mais significativos desde a idade do bronze , aos anos 50 e passando um pouco por todo o mundo.

Fanny Hill é a conhecida personagem da que se conhece como primeira novela erótica "Fanny Hill: Memoirs of a woman of pleasure"; a obra data de 1748 e valeu a prisão ao autor John Cleland sob a acusação de corromper os súbtidos do rei.
A passagem acima ilustrada foi particularmente polémica.
A extraordinária esquizofrenia criativa de Allan Moore e Kevin O'Neill
Falámos no programa e prometeu-se a amostra do talento deste cavalheiro extraordinário: O Black Dossier salta barreiras de tempo espaço e reúne os mais diversos personagens literários num final apoteótico na quarta dimensão.
À medida que em cada capítulo somos apresentados a um destes personagens Kevin O'Neill e Alan Moore, mudam completamente o estilo da escrita, do desenho e até a qualidade do papel. Pelo meio encontramos como que esquecidos dentro deste dossier uma tijuana bible, tiras cómicas da época cartas; postais e muitas outras coisas .
Nesta série, mais do que nas anteriores e talvez ainda tomado da inspiração de Lost Girls o Alan Moore parece estar particularmente on fire.


Um dos cavalheiros que surge nesta liga é nada mais nada menos que Orlando personagem da autoria de Virgina Woolf, em Orlando: A Biography; um jovem inglês que nasce na Inglaterra na Idade Moderna e numa viagem à India, simplesmente acorda mulher...se no livro de Virginia Woolf podemos acompanhar 350 anos de vida de Orlando, Alan Moore vai um pouco mais longe em termos temporais e geográficos proporcionado-nos uma perspectiva global, luxoriosamente ilustrada dos acontecimentos históricos e mitológicos mais significativos desde a idade do bronze , aos anos 50 e passando um pouco por todo o mundo.

Fanny Hill é a conhecida personagem da que se conhece como primeira novela erótica "Fanny Hill: Memoirs of a woman of pleasure"; a obra data de 1748 e valeu a prisão ao autor John Cleland sob a acusação de corromper os súbtidos do rei.
A passagem acima ilustrada foi particularmente polémica.
Uma tijuana bible "esquecida" pelo meio

e por fim, os anos 50 altura em que se desenrola a acção de "Black Dossier", palavras para quê... ;)

e por fim, os anos 50 altura em que se desenrola a acção de "Black Dossier", palavras para quê... ;)
Tuesday, April 15, 2008
The League of Extraordinary Gentlemen
Black Dossier

Mais uma obra do mestre Alan Moore e Kevin O'Neill, esta cheia de "goodies", ele é capa com relevo, óculos 3D e outras coisas mais...contudo o bom da obra não está aí e é difícil lá chegar, mas no Planeta Calafrio de hoje explicamos os comos e os porquês.

capinha de luxo!

um dos símbolos adoptados pela Liga de Cavalheiros Extraordinários, o logo do "Festival of Britain"
Black Dossier

Mais uma obra do mestre Alan Moore e Kevin O'Neill, esta cheia de "goodies", ele é capa com relevo, óculos 3D e outras coisas mais...contudo o bom da obra não está aí e é difícil lá chegar, mas no Planeta Calafrio de hoje explicamos os comos e os porquês.

capinha de luxo!

um dos símbolos adoptados pela Liga de Cavalheiros Extraordinários, o logo do "Festival of Britain"
Wednesday, April 09, 2008
tiros en el aire para comer....
"Yo empecé como humorista. Comencé dibujando porque me gustaba, pero vino luego una época de mucha penuria en la Argentina que se llamó la “década infame”, eso ya la define, y dibujé porque me gustaba, sin pensar en ganar dinero y no lo gané... Empecé a dibujar en serio y por eso copié de forma descarada a Hogarth, no porque me gustase, que no me gustaba nada, sino porque me venía justo para una historieta que yo estaba haciendo; además me costó mucho aprender a dibujar, hasta los 30 años yo era un dibujante que... Yo copiando, intentando, sufriendo, como hacen todos, siempre cuesta aprender a dibujar; y se trataba de hacer esto o seguir en un matadero rasqueteando tripas hasta morir, así que me seguía con ello o copiaba a Hogarth, porque además el personaje que yo hacía era un tipo a lo trazan, nada más enmascarado... ya después, yo diría que mi obra empieza un poco con “Vito Nervio”, que era lo más coherente que hasta entonces había hecho –mientras que lo anterior habían sido tiros en al aire, para comer"
Alberto Breccia (el viejo)
Tuesday, April 08, 2008
Planeta Calafrio de 8 de Abril de 2008

desenhos de A.Breccia & E.Breccia
argumento de Héctor Oesterheld
"La muerte es lo más solido que, hasta ahora, ha inventado la vida"
E.M.Cioran

" Este libro, tan citado en las historias y repertorios de comic como inencontrable, vio la luz en Argentina durante 1968. Desde entonces no ha conocido ninguna neva edición y ha permanecido enterrado en la represión pero no en lo olvido. La locura del 73 en aquel país hizo desaparecer los originales de esta obra y sus possibilidades de difusión, de la misma manera que también hizo desaparecer a Héctor Oesterheld. Lo primero lo hemos podido solucionar con paciência, tecnica y un alto costo editorial, lo segundo, la vida, la capacidad y dotes humanas de Héctor han sido irrecuperables (...)"
Ernesto Santolaya

desenhos de A.Breccia & E.Breccia
argumento de Héctor Oesterheld
"La muerte es lo más solido que, hasta ahora, ha inventado la vida"
E.M.Cioran

" Este libro, tan citado en las historias y repertorios de comic como inencontrable, vio la luz en Argentina durante 1968. Desde entonces no ha conocido ninguna neva edición y ha permanecido enterrado en la represión pero no en lo olvido. La locura del 73 en aquel país hizo desaparecer los originales de esta obra y sus possibilidades de difusión, de la misma manera que también hizo desaparecer a Héctor Oesterheld. Lo primero lo hemos podido solucionar con paciência, tecnica y un alto costo editorial, lo segundo, la vida, la capacidad y dotes humanas de Héctor han sido irrecuperables (...)"
Ernesto Santolaya
No Planeta Calafrio de hoje, um livro cuja história dava um livro.
Tuesday, April 01, 2008
Cada um tem o que merece!
...supreendam-se como eu.
E não há dúvida que José Carlos Fernandes merece ser um dos autores portugueses, de banda desenhada, com maior reconhecimento.
Hoje entre as 23h e as 24h o Planeta Calafrio está à conversa com o próprio.
Monday, March 31, 2008
José Carlos Fernandes #
Controlo remoto A lâmina fria da lua Irrealidades quotidianas Abaixo de cão Um catálogo de sonhos O futuro fora de prazo Coração de arame Sem ressentimentos Satélites Alguém desarruma estas rosas As aventuras do barão Wrangel A máquina de prever o futuro de José Época morta Avaria O mar aqui tão perto Daqui a pouco Estilhaços Crossroads Sob o mar de estanho A revolução interior Um passeio ao outro lado da noite A pior banda do mundo O Quiosque da Utopia Francisco e o Rei de Simesmo A pior banda do mundo 2 O Museu Nacional do Acessório e do Irrelevante Pessoas que usam chapéus-com-hélice As aventuras do Barão Wrangel A pior banda do mundo 3 As Ruínas de Babel A pior banda do mundo 4: A Grande Enciclopédia do Conhecimento Obsoleto A última obra prima de Aaron Slobodj Tratado de umbrografia
Friday, March 28, 2008
José Carlos Fernandes na Dr. Kartoon no Sábado à tarde
vá peguem nos vossos livrinhos, deixem a vergonha em casa e vão lá pedir uma autógrafo bem caprichado....
Thursday, March 27, 2008
Chateia-me que as pessoas não se concentrem no essencial e reduzam a Humanidade a uma colecção de cromos.
afirma Pitanga, barbeiro de luxo a domicílio e herói de Banda Desenhada
afirma Pitanga, barbeiro de luxo a domicílio e herói de Banda Desenhada
Pitanga - Estás nervoso ?
AF - Um bocadinho. Tornaste-te uma figura com certa projecção. As pessoas querem saber coisas a teu respeito. Ora, se por um lado me soa a artificial ter que fazer-te certas perguntas cuja resposta já conheço, por outro, sinto-me vexado ao ter que perguntar-te por coisas que já saberia, se quisesse. Coisas ridículas, mesmo idiotas, mas que muita gente considera importantes.
P - Por exemplo…
AF - Não falta, por aí, quem se queixe de não teres biografia. Querem saber de onde vens, onde moras…
P - Pois. A propósito, conheces isto: "En un lugar de la Mancha de cuyo nombre no quiero acordarme… vivia un hidalgo"… ?
AF - Se não me engano, é o começo do D. Quixote"…
P - Certo! E ter-se-ia ganho alguma coisa se o Cervantes tivesse identificado esse lugar?
AF - Nunca tinha pensado nisso. Mas, talvez, turismo, excursões…
P - Não ganho a vida a impingir recuerdos.
AF - Disso ninguém duvida ! Mesmo assim, nem todos entendem essa relutância em falar das tuas origens, da tua terra natal…
P - Posso responder com outra citação? "O homem que acha doce a sua pátria é apenas um frágil principiante; aquele para quem qualquer chão é como se fosse o seu já é forte; mas só aquele para quem o mundo inteiro é como um país estrangeiro está perfeito "…
AF - Xi ! Com essa conseguiste impressionar-me. Não me digas que sabes o D. Quixote de cor!
P - Qual D. Quixote ? Quem escreveu isto foi um monge francês do sec. XII. Hugues de Saint-Victor.
AF - Vou tentar ler.
P - Escreveu um montão de coisas mas eu só lhe conheço esta frase. Uma citação que tem andado por aí aos trambolhões. Tzvetan Todorov, o historiador búlgaro, residente em França, em A Conquista da América, já a cita a partir de Edward Saïd, o brilhante intelectual palestiniano, nascido em Jerusalém, professor na Universidade de Columbia, e falecido em Nova Iorque que, por sua vez, a teria colhido junto de Erich Auerbach, um alemão exilado na Turquia. Estás a ver?
AF - O que estou a ver é que acabas de cair na tua própria ratoeira. Precisaste de identificar o autor da frase como um monge francês, o Todorov como um búlgaro residente em França, o Saïd como palestiniano vivendo nos States e o tal Auerbach, de que nunca ouvira falar, como um alemão que viveu na
Turquia. Então e tu ? Continua sem se perceber essa relutância em falar das tuas origens…
P - Estamos a falar de realidades diferentes.
AF - Não consegues ser mais claro ?
P - Consigo. Achas que alguém se interessaria pelo que o Saïd comia ao pequeno-almoço?
AF - De facto, não. Mas isso não impedirá ninguém de se sentir diante de um novo Paradoxo do Barbeiro!
P - Admito que, em certos casos, essas referências possam ser de alguma utilidade. Mas na maioria dos casos são perversas. Constituem apenas um ruído que distrai e ao qual eu próprio não me considero imune. Chateia-me que as pessoas não se concentrem no essencial e reduzam a Humanidade a uma colecção de cromos.AF - Também a mim. Mas no teu caso, sinceramente, não vejo que tivesses muito a perder…P - És de um cinismo assombroso!
AF - Sinceramente!...
P - Sinceramente, o que eu menos desejo é que os meus vizinhos me reconheçam como o herói dessas aventuras que correm por aí.
AF - Modéstia ? Comodismo ? Ou alguma espécie de síndroma de D.Quijote ?
P - Mera prudência. Os meus vizinhos são como toda a gente. Se soubessem que têm um herói ali à porta, ia ser o cabo dos trabalhos.
AF - ?!
P - Iam chamar as televisões, iam querer entrar para o Guiness, iam-me dar cabo da vida portando-se como esses atrasados mentais que vemos por todo o lado. Às tantas, iam auto-proclamar-se como Capital da Barbearia!
AF - "Les imbéciles heureux qui sont nés quelque part" !...
P - Perdão !?…
AF - É uma canção de Georges Brassens. Poder-se-ia traduzir por: "Os patetas alegres que nasceram algures".
P - Ah, sim ! Os que tiveram o privilégio de nascer no sítio que tem o campanário mais alto, ou a pedra mais antiga, ou o rio mais largo, ou as castanhas mais gordas, ou a loja mais in, ou o aeroporto mais cosmopolita !
AF - Isso mesmo. Só é pena que não tivéssemos avançado muito. As pessoas querem coisas concretas. Por exemplo, como é que explicas que tu, que és tido pelo mais urbano dos heróis, vivas perdido na província?
P - Essa agora ! Só me faltava ter que ser eu a explicar isso !
AF - Mas tens uma ideia…
P - A ideia que tenho é que toda a
gente diz o que lhe apetece. É como aquela história de eu ser barbeiro por causa do António Variações.
AF - E não é verdade ?
P - Estás farto de saber que não. Eu era barbeiro. Ele também. E conhecíamo-nos há que tempos! Éramos colegas e amigos. Tu é que arranjaste essa confusão.
AF - Perdão! Eu sempre fui claro quanto a essa questão. E chamar-lhe confusão, parece-me de um simplismo lamentável. Uma das coisas que mais me agradam nas tuas histórias é precisamente esse convívio entre diferentes níveis de realidade e de ficção. Um pouco, como se elas existissem em diferentes acetatos sobrepostos que, por vezes, custam a distinguir. Uma espécie de layers, estás a ver ?
P - Diz antes "camadas". Não gosto de te ouvir falar como um pato bravo.
AF - Seja ! Mas, voltemos ao tema. O que acontece é que há sempre alguém que interpreta mal. Vem outro a seguir e repete a asneira. E como ninguém se preocupa em verificar nada, a coisa acaba por fazer bola de neve.
P - E podiam perguntar, pá ! Não custa nada. Estou farto dos tipos que repetem a mesma lengalenga há uma data de anos. E fica para toda vida: clichés, ideias feitas, copianços descarados!
AF - Estou a ver que conheces bem a literatura da especialidade…
P - Estás a falar de quê ? Peluqueria, Coiffure, Hair Fashion ?
AF - Não ! De Comics, ou de Banda Desenhada se não queres que fale como um pato bravo.
P - Hum! Conheço mal. Mas não deve ser muito diferente do resto: chelência para aqui, pró-actividade para ali, e vai-se a ver, uma desgraça!…
AF - Não se esperava que um barbeiro tão erudito fosse também tão preconceituoso…
P - Olha quem fala! Se leio o D.Quixote e conheço o Edward Saïd, tenho que ouvir comentários desses. Se revelasse onde moro e qual o meu prato preferido, toda a gente ficava feliz!
AF - Bom, não nos vamos zangar por causa disso. Fala-me antes dos teus projectos.
P - Projectos ? Já pensei em emigrar. Estou farto desta choldra…
AF - Estava a pensar em novas aventuras…
P - Ora ! Aventuras tenho eu todos os dias ! De resto, deves saber isso tão bem como eu.
AF - É verdade. Embora cada vez vá tendo mais dificuldades em seguir-te o rasto.
P - Aparece com mais tempo ! Um dia destes, talvez te conte uma daquelas de que tu gostas.
entrevista de Arlindo Fagundes a Pitanga in http://www.arlindofagundes.com/
Tuesday, March 25, 2008
PITANGA


hoje entre as 23h e as 24h, acompanhamos as aventuras de Pitanga, o herói criado por Arlindo Fagundes, barbeiro a domicílio de profissão.
"Tido como um dos mais carismáticos heróisda BD portuguesa, Pitanga deve muito do seu encanto à ingenuidade com que se deixa arrastar para situações de grande risco,a um inabalável sentido do humor e à generosidade com que se entrega a combates desiguais."
Wednesday, March 19, 2008
Tuesday, March 18, 2008
I’ve got myself a brand new hero!
"As the son of Jewish parents (an Ashkenazi mother and a Sephardic father) some of his comics are inspired by his Jewish heritage. He himself says that there is Ashkenazi humor in his Professeur Bell series (loosely based on Joseph Bell), whereas Le chat du rabbin is clearly inspired by his Sephardic side. Les olives noires is a series about a Jewish child in Palestine at the time of Jesus. Like Le chat du rabbin, the series contains a lot of historical and theological information."
Adivinham-se tempos de veneração e reverência ao Sr. Joann Sfar…
"As the son of Jewish parents (an Ashkenazi mother and a Sephardic father) some of his comics are inspired by his Jewish heritage. He himself says that there is Ashkenazi humor in his Professeur Bell series (loosely based on Joseph Bell), whereas Le chat du rabbin is clearly inspired by his Sephardic side. Les olives noires is a series about a Jewish child in Palestine at the time of Jesus. Like Le chat du rabbin, the series contains a lot of historical and theological information."
Adivinham-se tempos de veneração e reverência ao Sr. Joann Sfar…
Monday, March 17, 2008
Friday, March 14, 2008
The Rabbi's Cat

Numa Argélia dos anos 30, 0 gato de um rabi viúvo e da sua bela filha, Zlabya, come o papagaio da família e ganha o dom da fala. Para desespero do seu dono, o gato inicia de imediato um rol de mentiras (sendo a primeira, que ele não comeu o papagaio).
O rabi quer educá-lo de acordo com o Torah, mas o gato insiste em aprender a cabala e em ter o seu próprio Bar Mitzvah.

Claro que não consigo nem quero eleger uma bd que seja minha favorita, mas não consigo evitar um sorriso meio aparvalhado cada vez que releio alguma das passagens deste “The Rabbi’s Cat”; mesmo quando a meto lado a lado com “Fun Home” ou a mediatizada “Persepolis”, é sempre para esta que desvio um olhar enternecido…
Numa Argélia dos anos 30, 0 gato de um rabi viúvo e da sua bela filha, Zlabya, come o papagaio da família e ganha o dom da fala. Para desespero do seu dono, o gato inicia de imediato um rol de mentiras (sendo a primeira, que ele não comeu o papagaio).
O rabi quer educá-lo de acordo com o Torah, mas o gato insiste em aprender a cabala e em ter o seu próprio Bar Mitzvah.
E este é nada mais nada menos que o senhor Joann Sfar (grande amigo da Marjane Satrapi)com o seu gatinho ao colo, gatinho este que serviu de modelo ao gato do rabi, como aliás se nota....
Tuesday, March 11, 2008
Wednesday, February 27, 2008
Tuesday, February 26, 2008
Tuesday, February 19, 2008
Monday, February 18, 2008
Friday, February 15, 2008
Wednesday, February 13, 2008
Persepolis#
"(...) The word “Iran” was derived from “Ayryana Vaejo”, which means “the origin if the Aryans”. These people were semi-nomads whose descendants were the Medes and the Persians. The Medes founded the first Iranian nation in seventh century B.C.; it was later destroyed by Cirus the Great. He established what became one of the largest empires of the ancient world, the Persian Empire, in the sixth century B.C. Iran was referred to as Persia – its Greek name – until 1935 when Reza Shah, the father of the laste Shah of Iran, asked everyone to call the country Iran.
Iran was rich. Because of its wealth and geographic location, it invited attacks:(...) The invaders assimilated in to this strong culture and in some ways they became Iranians themselves.
In the twentieth century, Iran entered a new phase. Reza Shah decided to modernize and westernize the country, but meanwhile a fresh source of wealth was discovered: oil. And with the oil came another invasion. The West, particularly Great Britain, wielded a strong influence on the Iranian economy. During the Second World War, the British, Soviets and Americans asked Reza Shah to ally himself with them against Germany. But Reza ,who sympathized with the Germans, declared Iran a neutral zone. So the Allies invaded and occupied Iran. Reza Shah was sent to exile and was succeeded by his son, Mohammad Reza Pahlavi, who was known simply as the Shah.
In 1951, Mohammed Mossadeq, then the prime minister of Iran, nationalized the oil industry. In retaliation, Great Britain organized an embargo on all exports of oil from Iran. In 1953, the CIA, with the help of British intelligence, organized a coup against him. Mossadeq was overthrown and the Shah, who had earlier escaped from the country returned to the power. The Shah stayed on the throne until 1979, when he fled Iran to escape the Islamic revolution.
Since then, this old and great civilisation has been discussed mostly in connection with fundamentalism, fanaticism, and terrorism. As an Iranian who has lived more tha half of my life in Iran, I know that this image is far from the truth. This is why writing Persepolis was so important to me.
I believe that an entire nation should not be judged by the wrongdoings of a few extremists. I also don’t want those Iranians who lost their lives in prisons defending freedom, who died in the war against Iraq, who suffered under various repressive regimes, or who where forced to leave their families and flee their homeland to be forgotten.
One can forgive but one should never forget."
Marjane Satrapi
Paris, September 2002
Iran was rich. Because of its wealth and geographic location, it invited attacks:(...) The invaders assimilated in to this strong culture and in some ways they became Iranians themselves.
In the twentieth century, Iran entered a new phase. Reza Shah decided to modernize and westernize the country, but meanwhile a fresh source of wealth was discovered: oil. And with the oil came another invasion. The West, particularly Great Britain, wielded a strong influence on the Iranian economy. During the Second World War, the British, Soviets and Americans asked Reza Shah to ally himself with them against Germany. But Reza ,who sympathized with the Germans, declared Iran a neutral zone. So the Allies invaded and occupied Iran. Reza Shah was sent to exile and was succeeded by his son, Mohammad Reza Pahlavi, who was known simply as the Shah.
In 1951, Mohammed Mossadeq, then the prime minister of Iran, nationalized the oil industry. In retaliation, Great Britain organized an embargo on all exports of oil from Iran. In 1953, the CIA, with the help of British intelligence, organized a coup against him. Mossadeq was overthrown and the Shah, who had earlier escaped from the country returned to the power. The Shah stayed on the throne until 1979, when he fled Iran to escape the Islamic revolution.
Since then, this old and great civilisation has been discussed mostly in connection with fundamentalism, fanaticism, and terrorism. As an Iranian who has lived more tha half of my life in Iran, I know that this image is far from the truth. This is why writing Persepolis was so important to me.
I believe that an entire nation should not be judged by the wrongdoings of a few extremists. I also don’t want those Iranians who lost their lives in prisons defending freedom, who died in the war against Iraq, who suffered under various repressive regimes, or who where forced to leave their families and flee their homeland to be forgotten.
One can forgive but one should never forget."
Marjane Satrapi
Paris, September 2002
Persepolis
como se fosse possível escolher as minhas tiras favoritas neste livro...
Marjane, a avó e as flores de Jasmim





como se fosse possível escolher as minhas tiras favoritas neste livro...
Marjane, a avó e as flores de Jasmim



*o "conselho" da avó perde um bocado com a tradução do francês para o inglês..jerks é "cons", ...o "stupid" seria "mechant"... mas pronto
Marjane e o amigo de infância, agora mutilado de guerra...


"só podemos sentir pena de nós próprios enquanto os nossos infortúnios são suportaveis...uma vez que este limite é ultrapassado, a única maneira de os suportar é rir deles."
Monday, February 11, 2008
planeta calafrio....persepolis

http://www.myspace.com/persepolislefilm

pois se alguém ainda não conhecesse, se alguém ainda não tivesse espreitado para dentro deste maravilhoso testemunho...nós mostramos, aqui um bocado...e tudo na terça-feira noite.
http://www.myspace.com/persepolislefilm
não! não vamos falar sobre o filme....ok, vamos falar um bocadinho sobre o fime mas sobretudo sobre a bd...
Wednesday, February 06, 2008
A VIAGEM INTERGALÁCTICA DO PLANETA CALAFRIO...


uma das páginas que divide os capítulos em A saga de Xam(Nicolas Devil):

em cada capítulo o estilo altera-se por completo com a participação de diferentes artistas...na maior parte das vezes um hino à pop art


mas sortudo sortudo, é quem teve um professor que aparece na Saga de Xam, e tem uma prancha orginal da BD!
O Planeta ontem meteu-se numa máquina do tempo directamente à psicadélica década de 70, e vagueou pelo espaço sideral entre Wanya e Eternus 9 (Vitor Mesquita),dois dos melhores e únicos exemplos da BD do género em Portugal e passou ainda pela bíblia da ficção cientifíca “ a Saga de Xam…aqui ficam algumas das imagens…
o momento da concepção e gestação do Eternus 9:


uma das páginas que divide os capítulos em A saga de Xam(Nicolas Devil):

em cada capítulo o estilo altera-se por completo com a participação de diferentes artistas...na maior parte das vezes um hino à pop art


mas sortudo sortudo, é quem teve um professor que aparece na Saga de Xam, e tem uma prancha orginal da BD!
Friday, February 01, 2008
La Chavalita
uma aventura de Pitanga, barbeiro a domicílio
ou um
Requiem com Variações....

A aproveitar um entusiasmo que eventualmente se venha aqui a gerar pelas relíquias da bd portuguesa, aproveito para deixar já uma menção a “La Chavalita” de Arlindo Fagundes, autor esse que por sua vez também tentou homenagear uma personalidade portuguesa, faltou-lhe o tempo que corre mais depressa para uns do que para outros, mas ele explica-o no seu “Requiem com Variações” melhor que ninguém…
REQUIEM COM VARIAÇÕES
“Fica o leitor avisado de que nesta história em quadradinhos morre muita, muita gente.
Mortes planeadas por mim friamente e – porque não dizê-lo – com muito gozo. Porém com esta aventura da vida e da morte não se controla assim de um estirador a queimar cigarros e a rabiscar sangrias num papel, há tramas, enredos e desfechos que nos escapam e de que, de tão imprevistos, nos deixam sem pinga de sangue!
Contava lá eu que se passasse comigo, e logo na estreia!...
A verdade, a dolorosa verdade, é que, de facto, houve mesmo um personagem que a páginas tantas resolveu morrer fora da história!
Morrer a sério, entenda-se. Para além de atónito desolado e triste senti-me traído….
Ele era cantor, estava mais ou menos na berra e vivíssimo. E era barbeiro. Barbeiro como o Pitanga, o meu herói. Um dia meteu-se-me na cabeça que seria natural e talvez possível que Pitanga e ele fossem conhecidos e até velhos amigos. Atrevi-me a escrever-lhe. Meti num envelope uma ou duas fotocópias das primeiras pranchas da história para lhe apresentar o pitanga e cerimoniosamente perguntei-lhe se se importaria de ser seu amigo e de entrar com ele na aventura.
Passadas semanas, e quando começava a desesperar, veio enfim a resposta. Que sim senhor, que tinha gostado e que estava encantado com a ideia. Não voltei a escrever-lhe.
Prometi-me apenas fazer-lhe a surpresa de um exemplar da história quando ela saísse.
Certo dia, porém, quando apenas tinha por acabar as duas ou três últimas pranchas, ele morreu. Num hospital. Prosaicamente. De repente, eu perdera a referência mais viva do meu herói e sentia que acabara de perder um amigo que no entanto nunca chegara a conhecer. “(…)
Por Arlindo Fagundes, 1985

uma aventura de Pitanga, barbeiro a domicílio
ou um
Requiem com Variações....

A aproveitar um entusiasmo que eventualmente se venha aqui a gerar pelas relíquias da bd portuguesa, aproveito para deixar já uma menção a “La Chavalita” de Arlindo Fagundes, autor esse que por sua vez também tentou homenagear uma personalidade portuguesa, faltou-lhe o tempo que corre mais depressa para uns do que para outros, mas ele explica-o no seu “Requiem com Variações” melhor que ninguém…
REQUIEM COM VARIAÇÕES
“Fica o leitor avisado de que nesta história em quadradinhos morre muita, muita gente.
Mortes planeadas por mim friamente e – porque não dizê-lo – com muito gozo. Porém com esta aventura da vida e da morte não se controla assim de um estirador a queimar cigarros e a rabiscar sangrias num papel, há tramas, enredos e desfechos que nos escapam e de que, de tão imprevistos, nos deixam sem pinga de sangue!
Contava lá eu que se passasse comigo, e logo na estreia!...
A verdade, a dolorosa verdade, é que, de facto, houve mesmo um personagem que a páginas tantas resolveu morrer fora da história!
Morrer a sério, entenda-se. Para além de atónito desolado e triste senti-me traído….
Ele era cantor, estava mais ou menos na berra e vivíssimo. E era barbeiro. Barbeiro como o Pitanga, o meu herói. Um dia meteu-se-me na cabeça que seria natural e talvez possível que Pitanga e ele fossem conhecidos e até velhos amigos. Atrevi-me a escrever-lhe. Meti num envelope uma ou duas fotocópias das primeiras pranchas da história para lhe apresentar o pitanga e cerimoniosamente perguntei-lhe se se importaria de ser seu amigo e de entrar com ele na aventura.
Passadas semanas, e quando começava a desesperar, veio enfim a resposta. Que sim senhor, que tinha gostado e que estava encantado com a ideia. Não voltei a escrever-lhe.
Prometi-me apenas fazer-lhe a surpresa de um exemplar da história quando ela saísse.
Certo dia, porém, quando apenas tinha por acabar as duas ou três últimas pranchas, ele morreu. Num hospital. Prosaicamente. De repente, eu perdera a referência mais viva do meu herói e sentia que acabara de perder um amigo que no entanto nunca chegara a conhecer. “(…)
Por Arlindo Fagundes, 1985

Wanya - Escala em Orongo
o cheiro à liberdade proibida
"No final de 1973, viviam-se os últimos meses do regime ditatorial que seria derrubado a 25 de Abril do ano seguinte. As esperanças de abertura democrática geradas pelo consulado de Marcelo Caetano já se tinham dissipado de todo. O ambiente social continuava muito marcado pela continuação da guerra colonial em três frentes e pela repressão política. Uma atmosfera culturalmente depressiva acentuava a sensação de impasse. Quando surge, em Dezembro, o álbum de banda desenhada Wanya - Escala em Orongo, de Nelson Dias (desenho) e Augusto Mota (texto), é como se uma "lufada de ar fresco" (a expressão é do crítico Leonardo de Sá) tivesse varrido o pequeno ambiente cultural lisboeta.
Marcada pelas experiências da arte psicadélica de Saga de Xam (Nicolas Devil), pelos ambientes barrocos de Lone Sloane (Philippe Druillet) e pela BD para adultos que começava a fazer o seu caminho, esta história de ficção científica a preto e branco tem uma adesão entusiástica por parte dos que detectaram nela um sinal de renovação possível da BD portuguesa.Outros viram na história uma brilhante metáfora sobre os tempos de enclausuramento político e social vigente na época e a possibilidade de triunfo final da luz sobre as trevas.
O jornal ultraconservador Época julgou ver na obra sinais de "libertarismo" e incluiu-a na lista dos "textos revolucionários e anexos" editados em Portugal no quarto trimestre de 1973.
O álbum só não foi apreendido pela censura porque, entretanto, o Movimento dos Capitães derrubou o regime corporativo.
(…)O acolhimento a Wanya é uma das memórias mais vivas de Mota: "As pessoas descobriram nela uma grande carga contra o regime e o ambiente da época, e isso é algo que sempre estranhei. Havia uma dimensão metafórica porque tive sempre pudor em explicitar as coisas. Mas também é verdade que não podíamos libertar-nos do ambiente social em que vivíamos".
(…)
31.01.2008, Carlos Pessoa in Público
A ideia de trazer bandas desenhadas portuguesas da década de 70/80 já andava às voltas nas nossas cabeças (minha e do João Lameiras), mentalmente e em voz off durante os últimos programas, ontem, e a propósito da reedição de Wanya, saiu no jornal o Público o artigo acima parcialmente transcrito…mas além da euforia momentânea provocada pela merecida reedição, é impossível pegar num exemplar de “Wanya” e não sentir o cheiro à promessa de uma liberdade proibida. As imagens que aqui ficam são da edição original… Álbum a revelar num dos próximos programas…
Wednesday, January 30, 2008
Tuesday, January 29, 2008
Friday, January 25, 2008
Black Box Stories#
(a biografia do autor)

"Embora a igreja negue energicamente a sua existência e o tenha sistematicamente suprimido de documentos e fotos, está hoje demonstrado que José Carlos Fernandes (1907-1948) terá sido o 4º Pastorinho de Fátima. E terá sido a ele que a Nossa Senhora fez as mais ponderosas e extraordinárias revelações; razão pelas quais as autoridades eclesiásticas tudo fizeram para o impedir de falar: em Outubro de 1917, foi levado em segredo para um convento de monges trapistas nos montes Apeninos. Aí levou uma vida de isolamento, austeridade e silêncio absoluto, devotada ao jejum, à oração e aos exercícios penitenciais. O voto de silêncio não o impediu de redigir largos milhares de páginas com um micrografia cerradíssima e praticamente ilegível. Só em 2005 estes manuscritos foram redescobertos acidentalmente na Bibiloteca Apostólica Vaticana, por um escritor de thrillers esotéricos norte-americanos. Até agora os grafologista e criptologistas apenas conseguiram decifrar curtos trechos do vasto espólio micrográfico de JCF: são essas histórias, aparentemente truncadas e sem sentido, que serviram de ponto de partida às BDs que agora são apresentadas sob o título “Black Box Stories”. Alguns investigadores reclamam ter descoberto, no meio deste emaranhado micrográfico, a revelação do 3º segredo de Fátima, que consistirá, não na conversão da Rússia Comunista ao Catolicismo, mas em algo bem mais surpreendente: a conversão da Grã-Bretanha ao sistema métrico."
in tratado de umbrografia, a primeira das "Black Box Stories", banda desenhada presente na terça-feira passada no Planeta Calafrio

"Embora a igreja negue energicamente a sua existência e o tenha sistematicamente suprimido de documentos e fotos, está hoje demonstrado que José Carlos Fernandes (1907-1948) terá sido o 4º Pastorinho de Fátima. E terá sido a ele que a Nossa Senhora fez as mais ponderosas e extraordinárias revelações; razão pelas quais as autoridades eclesiásticas tudo fizeram para o impedir de falar: em Outubro de 1917, foi levado em segredo para um convento de monges trapistas nos montes Apeninos. Aí levou uma vida de isolamento, austeridade e silêncio absoluto, devotada ao jejum, à oração e aos exercícios penitenciais. O voto de silêncio não o impediu de redigir largos milhares de páginas com um micrografia cerradíssima e praticamente ilegível. Só em 2005 estes manuscritos foram redescobertos acidentalmente na Bibiloteca Apostólica Vaticana, por um escritor de thrillers esotéricos norte-americanos. Até agora os grafologista e criptologistas apenas conseguiram decifrar curtos trechos do vasto espólio micrográfico de JCF: são essas histórias, aparentemente truncadas e sem sentido, que serviram de ponto de partida às BDs que agora são apresentadas sob o título “Black Box Stories”. Alguns investigadores reclamam ter descoberto, no meio deste emaranhado micrográfico, a revelação do 3º segredo de Fátima, que consistirá, não na conversão da Rússia Comunista ao Catolicismo, mas em algo bem mais surpreendente: a conversão da Grã-Bretanha ao sistema métrico."
in tratado de umbrografia, a primeira das "Black Box Stories", banda desenhada presente na terça-feira passada no Planeta Calafrio
Thursday, January 24, 2008
Wednesday, January 23, 2008
Tuesday, January 22, 2008
Thursday, January 17, 2008
Wednesday, January 16, 2008
Achewood e Erfworld


Nada substítui a banda desenhada que deixamos entalada entre a almofada e a parede, a que levamos nas viagens de comboio, perdemos algures atrás do sofá, ou alinhamos cuidadosamente na prateleira...mas ainda assim vale a pena espreitar Achewood e Erfworld através da web.
Achewood:
Erfworld:


















































